Quando se opera sob o guarda-chuva de um intelligent commerce, cada decisão de stack precisa atender a uma equação rara: padronização que não engessa e personalização que não pulveriza recursos.
A Selia, que atua como aceleradora de operações digitais para grandes marcas, vivia esse paradoxo todos os dias.
Com um portfólio diverso — de Levi's a Melitta, passando por Mercur, Coloplast, Caedu, DelRio, Marelli, Botafogo Store, Polar, Cajubrasil, Elgin, Metalfrio e Negra Rosa —, a operação demandava uma resposta de atendimento robusta o suficiente para suportar volumes massivos, mas flexível para respeitar o tom de voz e o ciclo comercial de cada marca.
A escolha foi clara: levar a Núb.ia, IA generativa da NeoAssist, para o front das operações de maior volume. O objetivo não era apenas reduzir tickets, mas sim construir uma camada inteligente capaz de atravessar verticais distintas e gerar economia consolidada no P&L.
Spoiler: deu certo.
rodando simultaneamente sob a mesma camada de IA
do atendimento total absorvido pela Núb.ia
de resolutividade média (56% nas marcas-âncora)
de economia efetiva consolidada (referência: fev/26)
Uma única IA, treinada para reconhecer contexto de marca e adaptar respostas, mantendo o DNA de cada uma sem fragmentar a estrutura.
A Núb.ia assumiu o protagonismo no front, deixando os atendentes humanos para o que realmente exige escuta humana.
A próxima fronteira já está mapeada — e tende a elevar o índice de 42% para patamares ainda mais expressivos.
Uma única IA, treinada para reconhecer contexto de marca e adaptar respostas, mantendo o DNA de cada uma sem fragmentar a estrutura.
A Núb.ia assumiu o protagonismo no front, deixando os atendentes humanos para o que realmente exige escuta humana.
A próxima fronteira já está mapeada — e tende a elevar o índice de 42% para patamares ainda mais expressivos.
Com a implantação da IA no atendimento, a gente reduziu o custo por atendimento (CPA) em 75%.